O check-up ginecológico é fundamental para manter a saúde em dia, garantindo que ela seja acompanhada de perto por um profissional de confiança. Quando realizado regularmente, é possível identificar alterações em estágio inicial, facilitando a condução dos tratamentos.
As idas regulares ao médico são essenciais para a saúde feminina, proporcionando bem-estar e a prevenção de doenças por meio de exames que variam de acordo com a idade da paciente.
Por meio deste conteúdo preparado pelo blog da Clínica De Fina, você entenderá a importância de passar por check-ups ginecológicos ao longo da vida. Continue a leitura para saber mais!
O que é um check-up ginecológico?
Você provavelmente já ouviu o termo check-up algumas vezes, e ele se refere a uma avaliação médica que analisa o estado geral de saúde de um indivíduo.
O check-up ginecológico foca na saúde íntima feminina, sendo que não é possível estabelecer um padrão para todos, já que são realizados de acordo com as necessidades de cada paciente.
Os check-ups ginecológicos podem ajudar no diagnóstico precoce de infecções, doenças como a endometriose e até mesmo tumores, possibilitando que, com a identificação logo no início, o tratamento seja feito adequadamente.
E não se trata apenas de problemas de saúde. Os check-ups constantes podem ser grandes aliados para indicar métodos contraceptivos, verificando se o efeito no corpo condiz com o desejado, e também para a gravidez, com a indicação de exames de fertilidade quando necessário.
Quando fazer o check-up ginecológico?
O check-up ginecológico deve ser feito desde cedo. Não há uma recomendação de idade específica, porém, de maneira geral, o ideal é que seja no começo da puberdade, por volta dos 10 anos.
De início, são feitas consultas com o objetivo de orientar sobre práticas saudáveis e criar uma relação de confiança com a paciente. Após a primeira, a recomendação é de retornos anuais, garantindo o acompanhamento contínuo da saúde íntima.
Outro período essencial é após as primeiras relações sexuais. Nessa fase, o check-up permite o monitoramento de eventuais sintomas como dores, sangramentos ou alterações no ciclo menstrual, e do desenvolvimento de doenças e tumores.
Após a menopausa, o acompanhamento ainda é importante principalmente para prevenir doenças, orientando também sobre o fim do ciclo menstrual e as ações a serem tomadas.
Quais exames são solicitados no check-up ginecológico?
Para auxiliar na avaliação do médico, tornando-a mais precisa, podem ser solicitados alguns exames. Assim como mencionado no início do texto, as consultas variam de acordo com as necessidades da paciente, portanto eles também podem ser diferentes.
De qualquer forma, alguns são comumente recomendados e fazem parte da prevenção e detecção de doenças. Separamos os principais exames que contribuem para a manutenção do seu bem-estar a seguir:
Papanicolau
É indicado para mulheres que já iniciaram a vida sexual, principalmente as que têm entre 25 e 64 anos. Pode identificar o câncer do colo de útero e outras anomalias e é feito por meio de uma coleta de material biológico presente na mucosa vaginal para análise em laboratório.
Segundo o Ministério da Saúde, o ideal é realizar o exame anualmente nas duas primeiras vezes. Após dois resultados sem alterações consecutivos, o intervalo aumenta para 3 anos.
Colposcopia
Quando há alteração no Papanicolau, pode ser indicada a colposcopia, que é um exame visual com o objetivo de averiguar a saúde dos órgãos genitais femininos.
Por meio dele, são detectadas lesões, secreções e outras anomalias que podem indicar a presença do HPV. Também pode ser feita uma biópsia para um diagnóstico mais preciso.
Mamografia
Um dos exames mais conhecidos entre as mulheres, a mamografia é um exame ginecológico que pode ser solicitado em um check-up e é capaz de detectar o câncer de mama nas fases iniciais, facilitando seu tratamento.
Em geral, mulheres acima de 40 anos devem fazê-lo anualmente, mas a recomendação do exame pode vir mais cedo caso haja histórico da doença na família.
Rastreamento infeccioso
Por mais que seja um exame que identifica doenças sexualmente transmissíveis, não é apenas para quem tem sintomas. Mulheres que são ou já foram sexualmente ativas, mesmo que assintomáticas, podem receber a recomendação de fazê-lo como uma medida preventiva.
Com uma série de exames sorológicos, é possível detectar a presença de HIV, sífilis, hepatites B e C, clamídia, entre outras doenças.
Ultrassom pélvico
Pode ser feito de duas maneiras: a suprapúbica, feita na parte inferior do abdômen, e a transvaginal. O ultrassom permite que o ginecologista verifique a saúde interna do útero, das trompas e dos ovários.
O exame é capaz de identificar endometriose, cistos, sangramentos e miomas, sendo utilizado também para acompanhar os tratamentos dessas condições.
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