A pele flácida pode ser resultado de diversos fatores, incluindo a queda na produção de colágeno que acompanha o envelhecimento. Quando isso ocorre, procedimentos estéticos podem ser indicados para tratar ou amenizar a flacidez, como os bioestimuladores de colágeno.
Especialmente nos últimos anos, os bioestimuladores de colágeno, procedimentos pouco invasivos, passaram a ser mais conhecidos do público, com maior visibilidade nas redes sociais.
Porém, a popularidade pode vir acompanhada de desinformação e, com o Brasil ocupando o segundo lugar no ranking de países que mais realizam cirurgias plásticas no mundo, segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), informar-se corretamente sobre os procedimentos, incluindo os bioestimuladores de colágeno, torna-se ainda mais essencial.
O blog da Clínica De Fina preparou este conteúdo para esclarecer as principais dúvidas sobre os bioestimuladores de colágeno. Leia a seguir.
O que são os bioestimuladores de colágeno?
O procedimento é injetável e ocorre por meio de substâncias que estimulam naturalmente a produção de colágeno na pele.
Essas substâncias promovem a ativação local dos fibroblastos — células responsáveis pela produção de colágeno — por meio de uma leve inflamação.
Assim, as células passam a produzir mais colágeno e elastina, conferindo mais firmeza, melhora da textura, da densidade, da elasticidade e mais volume aos tecidos.
Além disso, o bioestimulador oferece maior sustentação, harmonização e remodelação do contorno facial.
Quais são os bioestimuladores de colágeno mais usados?
Normalmente, os tipos mais comuns de substâncias são:
Policaprolactona (PCL)
Apresenta ação relativamente rápida e duração prolongada, sendo uma opção considerada por pacientes que buscam resultados mais perceptíveis em curto prazo. Ainda assim, tanto o início dos efeitos como sua duração podem variar conforme a avaliação individual e o produto utilizado.
Em geral, os resultados podem se estender por até quatro anos, podendo ser indicada uma única aplicação, a depender de cada caso.
Ácido Poli-L-Lático (PLLA)
Essa substância é reconhecida por estimular a produção de colágeno gradualmente, com resultados duradouros e aumento progressivo do colágeno por até dois anos.
Hidroxiapatita de Cálcio (CaHA)
Pode promover efeito de preenchimento imediato, reduzindo linhas de expressão e rugas, estimulando o colágeno pelo período de 18 meses a dois anos.
É importante ressaltar que as áreas onde o procedimento é realizado podem ficar levemente doloridas e apresentar possíveis hematomas leves, que costumam suavizar rapidamente nos dias seguintes à aplicação do bioestimulador.
Para quem e quando os bioestimuladores de colágeno são indicados?
A indicação da aplicação do bioestimulador de colágeno deve ser feita por um médico habilitado, por meio de avaliação individualizada.
Normalmente, o público-alvo do procedimento são homens e mulheres a partir dos 30 anos, com a pele mais madura, que buscam tratar a flacidez, ter mais firmeza na pele e melhorar o contorno facial ou corporal.
Além disso, o bioestimulador pode ser indicado de forma preventiva ou após perda de peso — quando pode ocorrer excesso de pele.
O bioestimulador de colágeno pode ser aplicado apenas no rosto?
Muitos imaginam que o rosto (incluindo bochechas, testa e mandíbula) é o único local que pode receber bioestimuladores de colágeno. No entanto, outras regiões do corpo também podem receber o procedimento, como:
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